sexta-feira, setembro 28, 2007

VIII CEB chegando ao fim...

Ultimo dia em Caxambu.

A semana foi ótima!

Fora a parte social do congresso, a parte científica (que devia ter sido a mais aproveitada pela maioria dos congressistas, mas infelizmente não foi) foi muito interessante.

Dessa vez eu me forcei e assisti palestras que não tem muito a ver com a minha linha de pesquisa e, pra minha grata surpresa, tive ótimos momentos.

Ainda quero voltar a falar sobre isso, mas as melhores palestras (até agora) foram do simpósio sobre a vida social dos aracnídeos.

"Aracnídeos: Sociedade Anônima"

MUITO bom!

Além dessas palestras que abordaram vários grupos animais, como os opiliões, aranhas, pseudo-escorpiões e outros animais; as palestras do simpósio sobre polinização foram ótimas e a paletra do Dr. Júlio César Voltolini - UNITAL sobre Ecologia de Campo foi uma das mais aplaudidas.

O cara se garante na didática além de ser extremamente acessível e tratar todos os alunos com a mesma educação que ele fala com os pesquisadores mais famosos do congresso.

Ainda quero ver o simpósio sobre Fragmentação de Habitats, do Marcelo Tabarelli e da Inara Leal. Depois dou o meu voto final sobre a melhor palestra.

quarta-feira, setembro 26, 2007

Cachaçambu

Nem bem começou o congresso direito o pessoal já está pegando pesado.

Nessa segunda-feira passada, teve o Cachaçambu e durante essa festa aconteceu o 1º Jogos Etílicos do Congresso de Ecologia.

Para entrar na festa tinha que pagar R$ 5,00, o que dava direito a beber 2 cervejas e lá teria o campeonato pra ver quem bebia mais cachaça, além de rodadas de cachaças de todos os estados do país.

Nós chegamos a comprar os ingressos pra ir no Cachaçambu, mas em cima da hora resolvemos ir pra outra festa e eu tive meu dia de cambista.

"Na minha mão é mais barato!"

Vendemos nossos ingressos e fomos para o centro da cidade onde tava rolando a maior "roda de samba". Não era bem samba que estava tocando. O pessoal de Pernambuco (pra variar) se juntou com uma galera e tava no centro da cidade tocando musicas regionais: maracatu, côco, ciranda, frevo, etc.., e a galera do congresso estava toda na praça, se acabando de dançar.

Foi bem divertido.

Não sei o resultado dos Jogos Etílicos, mas soube que o ganhador saiu da festa com uma boa grana no bolso, porém, carregado! KKK

Mais noticisa depois.

segunda-feira, setembro 24, 2007

Miguio Esponja Calça Quadrada

E eu vou precisar de umas semanas pra voltar a minha forma bundística de sempre. Nunca passei tanto tempo sentado, esperando.

Vicky me levou pro aeroporto e nós chegamos lá as 21:00. Meu vôo saía de Recife as 00:15 e graças a Deus não atrasou. Fiquei assistindo a novela na praça de alimentação do aeroporto e tomando sorvete.

(3 horas sentado)

O vôo durou 3 horas e meia e foi tudo tranquilo. Nem senti o poder do axé (piada interna) quando sobrevoamos o estado da Bahia.

(6 horas e meia sentado)

Cheguei em São Paulo as 4:00 e fiquei até as 8:00 esperando a Marcia que foi me buscar e me levou para a Rodoviária do Tietê. Mais meia hora sentado no carro dela, conversando com a Marcia que é uma pessoa muito simpática e divertida! (Obrigado pela carona!!!)

(11 horas sentado)

Quando cheguei na rodoviária, as 9:00, o próximo ônibus para Caxambu saía as 10:30. Resultado: mais 1 hora e meia esperando.

(12 horas e meia sentado)

A viagem para Caxambu foi MUITO longa. O ônibus era um "pinga-pinga" e parou nas rodoviárias de todas as cidades do caminho. O lado positivo é que eu conheci várias cidades, inclusive Aparecida do Norte. Passei pela frente do santuário que é incrivelmente lindo e enorme! MUITO mesmo! Quero voltar pra conhecer mais de perto a cidade e a imagem da Nossa Senhora Aparecida. Um próximo passeio com a Dona Marcia (minha mãe), quem sabe?

O lado negativo? Mais 6 horas sentado dentro do ônibus.

(18 horas e meia sentado)

Quando cheguei em Caxambu tive uma crise de riso. O taxi era uma charrete! Isso! Cavalos levando uma carroça. É claro que a galera do congresso foi para o hotel de charrete.

Peguei o materail do congresso e fiquei esperando o George chegar pra gente achar a casa que estamos hospedados. Mais 1 hora e meia esperando.

Total: 20 horas sentado.

Depois dessa aventura para chegar em Caxambu, fomos para o "coquitel de abertura" e quase saímos no tapa por uma coxinha e por um copo de refrigerante.

Encontramos um pessoal conhecido e fomos para o "centro" da cidade. Na volta pra casa, eu e o George nos perdemos e não sabíamos encontrar a casa que estamos hospedados. Andamos mais de 1 hora e meia pra cima e pra baixo tentando achar a casa e depois de passar pela rua umas 5 vezes, encontramos a bendita.

Acho que essa caminhada foi pra queimar as calorias da comida e para compensar as 20 horas sentado.

Vou atualizando com mais noticias

sábado, setembro 22, 2007

Férias?

Pois é, pois é.

Nada de férias. Estou indo para o Congresso de Ecologia do Brasil e depois vou passar uns dias na casa do meu pai, em Curitiba.

No final do mês de outubro, vou para São Paulo no Congresso Brasileiro de Botânica para apresentar mais alguns trabalhos.

Nesse meio tempo, vou tentar assistir o show do The Killers em São Paulo, no TIM Festival.

Vou tentar atualizar sempre que possível o Miguio’s Blog com as novidades da viagem.

Qualquer problema é só me mandar um e-mail.

Por favor, mantenham-me informado sobre o Caso P.R.O.B.

Interação formiga - hemíptero em Caesalpinia echinata Lam. (pau-brasil): ocorrência aleatória ou preferencial?

Quem estiver no Congresso de Ecologia do Brasil vai poder conferir um trabalho que eu fiz com a Lais Borges e a Inara Leal.

Nesse trabalho nós descrevemos uma interação muito interessante entre 2 insetos. Uma espécie de formiga (Azteca sp.) que constrói um refúgio (uma casa) para um hemíptera e em troca, esse inseto produz uma substância açucarada que serve de alimento para as formigas. Tudo isso ocorre sobre as árvores de pau-brasil.

A formiga ganha comida em troca da casa que constrói e o hemíptera ganha moradia e proteção em troca da comida que disponibiliza.

E a planta? Acontece alguma coisa com ela? Perguntem-me no congresso.



Figura 1. Ninho e abrigos para coccídeos construídos por Azteca sp. em galhos de Caesalpinia echinata Lam. na Estação Ecológica do Tapacurá, São Lourenço da Mata (PE).
(A) Ninho;
(B) Detalhe do abrigo com o orifício de entrada/saída utilizado pelas formigas;
(C) Abrigo aberto mostrando dois coccídeos;
(D) Abrigo com formiga dentro.

Pizza's Day

Finalmente!

Depois de muitos anos de promessas, a Virág resolveu fazer a tão prometida pizza.

Pra aproveitar a oportunidade, me convidei para passar o dia na casa dela e aprender a fazer pizzas.

Não é nada difícil.

A morada húngara da Virág se transformou numa cantina da mama. Enquanto estávamos fazendo a massa e os recheios, ouvíamos musicas italianas e cantávamos com aquele sotaque “italiano de novela” que todo mundo sabe:


Funiculi funicula, funiculi, funiculaaaaa


Fizemos pizzas de 3 sabores:


1. Pizza de palmito com molho branco.

2. Pizza de PRE – QUEIJO.
(que Virág ainda não sabe o que é... hehehehe - piada interna)

3. Pizza Portuguesa (improvisada).

O dia foi muito divertido!

Eu nem imaginava o que ainda estava por vir...

A volta de um Bolinha

Vivi’s Lira não chegava. Estava super atrasada (para o horário do nosso estômago).

Eu e Vicky já estávamos comendo todos os salgadinhos, bolachas com patê de presunto, etc.

Quando finalmente o interfone tocou, eu olhei pra Vicky, Vicky olhou pra mim e nós falamos juntos:

“Oba! Vivi chegou! Pizza! Pizza! Pizza!”

Virág foi abrir o portão e quando voltou, entrou sozinha, fechou a porta da casa e disse:

“Agora vocês vão descobrir o verdadeiro motivo da nossa festa de hoje!”

Abriu a porta e quem entrou? Vivi? Não, não! Kelnner!

Vicky deu um grito e pulou no pescoço dele e eu fiquei com uma cara de abestalhado, tentando entender como o meu amigo tinha vindo da Suíça para a nossa festa das pizzas tão rapidamente. Será que Kelnner sabe aparatar?

Depois do susto, nós passamos o resto da noite rindo muito, comendo muito, bebendo muito, e atacando um mega pacote de chocolates suíços que Kelnner trouxe.

E eu que pensava que a festa era uma despedida porque vou viajar nesse final de semana.

Snif, snif...

domingo, setembro 16, 2007

A Brief History of Seed Size

Impressionante como até as brigas vão se tornando mais sofisticadas conforme o nível de instrução vai aumentando.

Ontem, eu achei uma discussão entre grupos de pesquisas publicada na Science. Isso mesmo, uma das melhores revistas científicas abriu um espaço para que os pesquisadores pudessem contestar quando não concordam com o que foi publicado.

Isso é muito interessante, não por causa da discussão em si e nem pelo fato de que, quem está envolvido nas discussões são os maiores nomes da pesquisa em Ecologia de Semente, mas simplesmente pelo direito de que outros pesquisadores têm em não concordar com o que está sendo publicado.

Eu ainda não li todo o artigo que causou a polêmica, mas a história é a seguinte:

Em 2005, a Angela Moles (Universidade de Sydney – Austrália) publicou um artigo com vários pesquisadores famosos cujo título é: “A Brief History of Seed Size” e nesse trabalho eles relacionam o tamanho da semente com o tamanho da planta e comentam algumas teorias sobre a ecologia do tamanho da semente e suas implicações. Um artigo bem interessante que teve 5 páginas da Science.

No mesmo ano, o Peter Grubb e seus colaboradores (Universidade de Cambridge – UK) publicaram, na mesma revista, um artigo intitulado “Comment on A Brief History of Seed Size”. Nesse trabalho eles apondam algumas falhas do trabalho da Angela Moles e dizem:

“...We disagree about one of the key points made in their discussion, and we draw attention to an important variable that they did not consider.”

Depois desse comentário de uma página publicado, a Angela Moles escreveu outro artigo denominado “Response to Comment on A Brief History of Seed Size” e nesse trabalho ela diz que os dados que eles usaram para questionar o trabalho dela não são suficientes para derrubar as hipóteses que ela levantou.

O mais engraçado é que a resposta da Angela Moles foi publicada no mesmo volume que foi publicado o comentário do Peter Grubb, na página seguinte!

Até parece que o editor da revista entrou em contato com ela e avisou que estavam falando dela e pediu uma resposta ao comentário do Petter Grubb.

A coitada da Angela Moles, que eu adoro, já foi alvo de outras reclamações.

Em 2003 ela publicou um artigo na Ecology onde ela fez uma pergunta no título “Do small-seeded species have higher survival through seed predation than large-seeded species?” e dois anos depois o Stephen B. Vander Wall e seus colaboradores (2005) disseram que ela interpretou seus dados de forma equivocada e que algumas espécies que ela afirma que tiveram as sementes predadas apenas foram removidas, pois essas espécies são dispersas por formigas.

Se é jogada de marketing eu não sei, mas a Angela Moles mesmo sendo bombardeada com críticas continua publicando MUITO nas revistas mais conceituadas do mundo enquanto seus “admiradores” continuam perdendo tempo (e publicando artigos) para rejeitar as suas hipóteses.


Quem quiser dar uma olhada nos artigos é só clicar no link abaixo:


Grubb P. J., Coomes D. J. & Metcalfe D. J. (2005) Comment on "A Brief History of Seed Size". Science 310, 783a.

Moles A. T., Ackerly D. D., Webb C. O., Tweddle J. C., Dickie J. B. & Westoby M. (2005) A Brief History of Seed Size. Science 310, 576-580.

Moles A. T., Ackerly D. D., Webb C. O., Tweddle J. C., Dickie J. B. & Westoby M. (2005) Response to Comment on "A Brief History of Seed Size". Science 310, 783b.
Ilari, ilari, ilariê, ô ô ô
Ilari, ilariê, ô ô ô
Ilari, ilari, ilariê, ô ô ô
É a turma da Xuxa que vai dando seu alô

Foi tão bom, bom, bom, bom

Tirando o susto que eu levei quando as Paquitas entraram no palco, a Trash Dance de ontem foi MUITO boa!

Vários acontecimentos para comentar:

Em primeiro lugar, devo admitir que sair com a galera do Mestrado da Zoologia é muito divertido. Ainda estamos procurando onde é a pilha do Welinton, pois ele não parou por um minuto. Acho que ele ainda deve estar dançando na casa dele. Na foto: Vanessa, Diorgenes, Carol, Eu, Welinton, Diana e Vivi.



Vale salientar também que nossa amiga Vivi’s Lira estava “parando o trânsito” com a sua mini-saia. Mini não, MICRO.

Bem, voltando a Trash Dance.

Chegamos e logo encontramos a Xuxa! Isso mesmo, a (pseudo) rainha dos baixinhos no Clube Internacional do Recife (não reparem a minha cara de bêbado na foto... não bebi nada ontem... era a emoção de estar ao lado da Xuxa... hehehehe).



Já no salão, começou a rolar músicas que todos conheciam e cantavam e dançavam alucinadamente.

A banda “Dick E Os Vigaristas” tocaram várias músicas, mas a parte mais engraçada do show deles foi quando cantaram a música Robocop Gay, dos Mamonas Assassinas. O Clube Internacional veio abaixo!

Eu nunca vi tanto “homem” rebolando junto! (cara de espanto)

A situação piorou muito porque no meio da música dos Mamonas eles resolveram cantar “Conga La Conga” da minha musa, Gretchen.

Com o perdão da palavra para expressar o momento: “Daí fudeu!”

Nada contra a opção sexual das pessoas, mas eu fiquei impressionado com o resultado da adição do Álcool + Conga La Conga no Clube Internacional, mas isso é assunto para outro post. Posso garantir que quando eles cantaram “Vira-vira”, dos Mamonas Assassinas, a única pessoa que passou a mão na minha bunda foi a Vanessa. Assim espero!

“Roda, roda, vira
Solta a roda e vem
Me passaram a mão na bunda
E ainda não comi ninguém”


Continuando...

Quando as Paquitas entraram no palco eu fiquei estarrecido por uns minutos. Em primeiro lugar porque eram as Paquitas cantando “É tão bom, bom, bom, bom!” e em segundo lugar porque elas envelheceram um bocado, mas continuam bonitas.





Depois de me recuperar do susto, fui lá pra frente do palco com a Vanessa e o Diorgenes pra ver mais de perto. Dançamos muito! Praticamente todas as músicas que elas cantaram nós sabíamos a coreografia ou alguém do lado sabia e a gente copiava os passos.

“Bate na madeira,
Não te quero não,
Bate na madeira,
Pra isolar meu coração”


A única coisa que eu não gostei foi que as Paquitas não cantaram a música da abertura da TV Colosso!

“Treinei o meu cachorro,
Pra ser o campeão,
Pra ganhar na exposição,
Dei aquele banho e aparei o pêlo,
Pra dar uma boa impressão”


Algumas pessoas fizeram falta na noite de ontem, mas esses amigos fuleiros não merecem nem ser nomeados. Perderam!

Kelnner, você tinha que ter ido!

Eu nem me lembrava da existência de algumas músicas que tocaram ontem, como:

“Chuveiro, chuveiro, não faz assim comigo
Chuveiro, chuveiro, não molha o meu amigo”


A próxima trash já está marcada. Dia 30/11 será a vez da Gretchen, Sidney Magal e a Rosana, juntos num show aqui em Recife. Alguém tem alguma dúvida de que eu vou?

Vamos nos organizar e ir todos fantasiados!

Festa do Amor - Patricia Marx

Uma das músicas que tocou ontém na Trash Dance.

Caraca, a música é de 1987 mas todo mundo lembrava da letra e nós dançamos MUITO!

sexta-feira, setembro 07, 2007

O resto? Pode deixar que eu aproveito...

Como é bom ser criança!

A gente pode até cantar mal que fica lindo!

Quem matou a Taís Grimaldi?

Eu passei um tempão pensando em escrever esse post e, durante essa semana, descobri que o meu post estava desatualizado.

A grande pergunta que rondava no post era: “Quem matou Taís Grimaldi?”

Não chega a ser “Quem matou Odete Roitman?” mas é uma pergunta que está deixando muitas pessoas presas na frente da televisão.

O que me deixou mais impressionado é que, enquanto todos estão tentando descobrir quem matou a Taís, existe uma possibilidade da Paula ter morrido no lugar da Taís e ela está fingindo novamente, agora com muito mais cuidado.

Achei esse final perfeito!

Além de achar a Taís a melhor personagem da novela, com esse final o autor ia sair da mesmice e dar ao publico um final inesperado. Será?

Revejam o vídeo a vamos reavaliar a cena principal:



Quem matou a Taís Grimaldi?

Apostem suas fichas aqui.

Se alguém acertar, prometo dar um prêmio!

domingo, setembro 02, 2007

Boldog születésnapot!

Algumas pessoas entram na vida da gente e não vemos a hora de nos livrarmos delas.

Outras passam rapidamente e nem damos tanta importância.

Mas existem aquelas pessoas que a gente se pergunta: “Por que eu não conheci fulano antes?”

Esses amigos marcam a vida da gente pra sempre e as vezes nos dão a sensação de que nos conhecemos de outras vidas, de tanta sintonia que rola na amizade.

Nem dá pra disfarçar muito, né? Pelo título do post (que diga-se de passagem eu roubei do Blog da Pri), todo mundo já deve saber que eu estou falando da Virág. Claro! E quem mais poderia ser?

Uma pessoa MUITO especial que está sempre me ajudando, literalmente salvando a minha vida (vide o dia que eu desmaiei em cima dela, dentro do ônibus). Praticamente “uma amiga anjo-da-guarda”.

Vi, nem preciso dizer que nós TODOS aqui em casa adoramos você e desejamos muitas felicidades e muitos anos de vida!

Parabéns!

Beijo

Ps: Foto tirada em fevereiro de 2006 no avião, indo pro Congresso de Zoologia (Miguio Radcliffe? Piada interna!)

sábado, setembro 01, 2007

Filhotes?

O tempo passa pra todo mundo...